Ventania

Que te diz o vento que passa?
  • Home
  • O Ventania.org
  • A Ventania
  • Pesquisa
Home Igreja Católica Doutrina Católica Catequese: Igreja Católica

Catequese: Igreja Católica

PostDateIconQua, 28 de Julho de 2010 17:12 | PostAuthorIconEscrito por Publicador | PDF | Imprimir | E-mail
Avaliação do Usuário: / 1
PiorMelhor 
Quem fundou a Igreja Católica?
A Igreja Católica foi fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo(cf. Mt 16, 18).

O mistério da Santa Igreja, manifesta-se na sua fundação. O Senhor Jesus deu início à sua Igreja pregando a boa nova do advento do Reino de Deus prometido desde há séculos nas Escrituras: "Cumpriu-se o tempo, o Reino de Deus está próximo". Este Reino se manifesta nas palavras, nas obras e na presença de Cristo.

Portanto a Igreja Católica foi fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo e edificada sobre Pedro(cf. Mt 16,18): Jesus promete a São Pedro, o Primado sobre toda a Igreja, este que vai ser conferido por Nosso Senhor depois da Ressurreição, segundo nos narra São João (Jo 21, 15-18).

Os poderes supremos foi dado a Pedro para o bem da Igreja. Como esta há de durar até ao fim dos tempos, esses poderes transmitir-se-ão àqueles que sucedem a Pedro ao longo da história. O Romano Pontífice é o concreto sucessor de Pedro. Pedro foi a pedra em que foi edificada a Igreja, pois disse Jesus: "E Eu digo-te que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a Minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra Ela. Dar-te-ei as chaves do Reino dos Céus: e tudo que ligares na terra, será ligado nos Céus e tudo que desligares na terra, ficará desligado nos Céus (Mt 16, 16ss). (Contistuíção Dogmática "Lumem Gentium" do Concílio Vaticano II , n. 4105).

Então somente os Católicos serão salvos?
De fato não existe Salvação fora da Igreja, mas isso não significa que somente os Católicos serão salvos, mas também aqueles que por ignorancia desconhecem Jesus Cristo e a sua Igreja, mas que procuram sinceramente a Deus e sob o influxo da graça divina, também podem ser salvos. Estes, mesmo desconhecendo Jesus e a Igreja, poderão ser salvos, mas serão salvos por Jesus na Igreja Católica.

"....Confirmou simultaneamente a necessidade da Igreja, na qual os homens entram pelo Batismo como por uma porta. Assim não poderiam se salvar aqueles que, embora saibam que a Igreja Católica, por meio de Jesus Cristo, foi por Deus fundada como necessária, no entanto não querem entrar nela ou nela não querem perseverar. Com efeito, os que, ignorando sem culpa o Evangelho de Cristo e a sua Igreja, contudo procuram a Deus com coração sincero e se esforçam, sob o influxo da graça, por cumprir a sua vontade, conhecida pelo ditame da consciência, também eles podem alcançar a salvação eterna.Também não nega a divina providencia os auxílios necessários a salvação aos que, sem culpa, não chegaram ainda ao conhecimento explícito da graça, por levar uma vida reta. Tudo quanto de bom e verdadeiro neles há, é considerado pela Igreja como preparação para o Evangelho e dado por Aquele que ilumina todos os homens, para que possuam finalmente a vida". (Constituíção Dogmática "Lumen Gentium" - Denzinger n. 4136 – 4140)


Que significa a afirmação: «Fora da Igreja não há salvação»?
Significa que toda a salvação vem de Cristo-Cabeça por meio da Igreja, que é o seu corpo. Portanto não poderiam ser salvos os que, conhecendo a Igreja como fundada por Cristo e necessária à salvação, nela não entrassem e nela não perseverassem. Ao mesmo tempo, graças a Cristo e à sua Igreja, podem conseguir a salvação eterna todos os que, sem culpa própria, ignoram o Evangelho de Cristo e a sua Igreja, mas procuram sinceramente Deus e, sob o influxo da graça, se esforçam por cumprir a sua vontade, conhecida através do que a consciência lhes dita. (CIC 846-848)

Mas é também conhecidíssimo a dogma católico, a saber, que ninguém pode se salvar fora da Igreja católica e que não podem obter a salvação eterna aqueles que são obstinadamente contumazes para com a autoridade e as definições da mesma Igreja, bem como aqueles que são separados da unidade da mesma Igreja e do Romano Pontífice, sucessor de Pedro, a quem foi confiada pelo Salvador a guarda da vinha.(Encíclica “Quanto conficiamur moerore” aos bispos da Itália).

Os Bispos são os sucessores dos Apóstolos?
Sim, os Bispos de nossas Dioceses são legítimos sucessores dos Apóstolos.

A missão divina confiada por Cristo aos Apóstolos durará até ao fim dos tempos, uma vez que o Evangelho que eles devem transmitir é em todo o tempo para a Igreja o princípio de toda a vida. Por isso, os Apóstolos trataram de estabelecer sucessores nesta sociedade hierarquicamente constituída.

Assim, não só tiveram vários auxiliares no ministério, mas, para que a missão que lhes fora entregue continuasse após a sua morte, legaram a seus imediatos colaboradores, como em testamento, o encargo de completar e confirmar a obra por eles iniciada, recomenda-lhes que velassem por todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo os estabelecera para apascentar a Igreja de Deus .
Estabeleceram assim homens com esta finalidade e ordenaram também que após a sua morte fosse o seu ministério assumido por outros homens experimentados.

Ensina o sagrado Sínodo que, por instituição divina, os bispos sucedem aos Apóstolos, como pastores da Igreja; quem os ouve, ouve a Cristo, quem os despreza, despreza a Cristo e àquele que enviou Cristo.
(Constituição Dogmática sobre a Igreja “Lumen Gentium”)

O que é a sucessão apostólica?
Cristo fundou a Igreja mediante o envio dos Apóstolos, a estabeleceu sobre eles e a edificou em Pedro, confiou a eles a difusão e direção da Igreja e sua missão foi confirmada em Pentecostes e durará até o fim do mundo.

A Igreja é apostólica porque está fundada sobre os Apóstolos, e isso em três sentidos:
- foi e continua a ser construída sobre o alicerce dos Apóstolos (Ef.2,20; At. 21,14), testemunhas escolhidas e enviadas em missão pelo próprio Cristo;
- guarda e transmite, com a ajuda do Espírito Santo que nela habita, a doutrina, o bom depósito, as sãs palavras recebidas dos Apóstolos;
- continua a ser ensinada, santificada e dirigida pelos Apóstolos até ao regresso de Cristo, graças àqueles que lhes sucederam no ofício pastoral: o Colégio dos Bispos, assistido pelos sacerdotes, em união com o sucessor de Pedro, pastor supremo da Igreja.

Que a Igreja Católica passa pela prova da apostolicidade é coisa muito fácil de demonstrar. Temos a lista dos bispos de Roma, que remonta numa linha contínua do Papa atual até São Pedro. E os outros bispos da Igreja Católica, verdadeiros sucessores dos Apóstolos, são os elos atuais na ininterrupta cadeia que se estende por mais de vinte séculos. Desde o dia em que os Apóstolos impuseram as mãos sobre Timóteo e Tito, Marcos e Policarpo, o poder episcopal transmitiu-se pelo sacramento da Ordem Sagrada de geração em geração, de bispo para bispo. (TRESE, Léo - A Fé Explicada p.153)

 

Por que é que a Igreja é apostólica?

Cristo fundou a Igreja mediante o envio dos Apóstolos, a estabeleceu sobre eles e a edificou em Pedro, confiou a eles a difusão e direção da Igreja e sua missão foi confirmada em Pentecostes e durará até o fim do mundo.

A Igreja é apostólica porque está fundada sobre os Apóstolos, e isso em três sentidos:
- foi e continua a ser construída sobre o alicerce dos Apóstolos (Ef.2,20; At. 21,14), testemunhas escolhidas e enviadas em missão pelo próprio Cristo;
- guarda e transmite, com a ajuda do Espírito Santo que nela habita, a doutrina, o bom depósito, as sãs palavras recebidas dos Apóstolos;
- continua a ser ensinada, santificada e dirigida pelos Apóstolos até ao regresso de Cristo, graças àqueles que lhes sucederam no ofício pastoral: o Colégio dos Bispos, assistido pelos sacerdotes, em união com o sucessor de Pedro, pastor supremo da Igreja.

Que a Igreja Católica passa pela prova da apostolicidade é coisa muito fácil de demonstrar. Temos a lista dos bispos de Roma, que remonta numa linha contínua do Papa atual até São Pedro. E os outros bispos da Igreja Católica, verdadeiros sucessores dos Apóstolos, são os elos atuais na ininterrupta cadeia que se estende por mais de vinte séculos. Desde o dia em que os Apóstolos impuseram as mãos sobre Timóteo e Tito, Marcos e Policarpo, o poder episcopal transmitiu-se pelo sacramento da Ordem Sagrada de geração em geração, de bispo para bispo. (TRESE, Léo - A Fé Explicada p.153)

Por que é que a Igreja deve anunciar o Evangelho a todo o mundo?
Porque Cristo ordenou: «ide e ensinai todas as nações, baptizando-as no nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo» (Mt 28,19). Este mandato missionário do Senhor tem a sua fonte no amor eterno de Deus, que enviou o seu Filho e o seu Espírito porque «quer que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade» (1 Tim 2, 4).

(CIC 849-851)

Por que é que a Igreja se chama Católica?

“Em todos os tempos, todas as verdades, em todos os lugares”. Esta frase descreve de uma forma condensada a terceira das quatro notas da Igreja. É o terceiro lado do quadrado que constitui a “marca” de Cristo e que nos prova a origem divina da Igreja. É o selo da autenticidade que só a Igreja Católica possui.

A palavra Católica significa que abrange tudo, e provém do grego; e significa o mesmo que a palavra “universal”, que vem do latim. O novo Catecismo veio complementar e precisar a definição da universalidade: “A palavra católico significa universal no sentido de segundo a totalidade ou segundo a integridade.

É católica porque nela está presente Cristo: Onde está Jesus Cristo, ali está a Igreja Católica (Santo Inácio de Antioquia). Nela subsiste a plenitude do Corpo de Cristo unido à sua Cabeça, o que implica que ela receba dEle a plenitude dos meios de salvação (AG.6) que Ele quis instituir: confissão da fé correta e completa, vida sacramental e ministério ordenado na sucessão apostólica.

Neste sentido fundamental, a Igreja era Católica no dia de Pentecostes e o será sempre até o dia da Parusia”. Quando dizemos que a Igreja Católica (com “C” maiúsculo) é católica (com “c” minúsculo) ou universal, queremos dizer antes de mais nada que existiu todo o tempo desde o Domingo de Pentecostes até os nossos dias. As páginas de qualquer livro de história darão fé disto, e não é necessário sequer que seja um livro escrito por um católico. A Igreja Católica tem uma existência ininterrupta de mais de mil e novecentos anos, e é a única Igreja que pode dizê-lo de verdade.

Em que sentido a Igreja é santa?

A Igreja é santa, porque Deus Santíssimo é o seu autor; Cristo entregou-se por ela, para a santificar e fazer dela santificadora; e o Espírito Santo vivifica-a com a caridade. Nela se encontra a plenitude dos meios de salvação. A santidade é a vocação de cada um dos seus membros e o fim de cada uma das suas actividades.

(CIC - 823-829/867)

Por que é que a Igreja é designada templo do Espírito Santo?
Porque o Espírito Santo reside no corpo que é a Igreja: na sua Cabeça e nos seus membros; para além disso, Ele edifica a Igreja na caridade com a Palavra de Deus, os sacramentos, as virtuc3des e os carismas. (Compêndio do Catecismo n. 159)cc                                                          

«O que o nosso espírito, quer dizer, a nossa alma, é para os nossos membros, o Espírito Santo o é para os membros de Cristo, para o corpo de Cristo, que é a Igreja» (S. Agostinho).
Por que é que a Igreja é povo de Deus?
A Igreja é o povo de Deus porque aprouve a Deus santificar e salvar os homens não isoladamente, mas constituindo-os num só povo, reunido pela unidade do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

Este povo, de que nos tornamos membros mediante a fé em Cristo e o Baptismo, tem por origem Deus Pai, por cabeça Jesus Cristo, por condição a dignidade e a liberdade dos filhos de Deus, por lei o mandamento novo do amor, por missão a de ser o sal da terra e a luz do mundo, por fim o Reino de Deus, já iniciado na terra.

O povo de Deus participa no ministério sacerdotal de Cristo, enquanto os baptizados são consagrados pelo Espírito Santo para oferecer sacrifícios espirituais; participa no seu ministério profético, enquanto, com o sentido sobrenatural da fé, a esta adere indefectivelmente, aprofunda e testemunha; e participa no seu ministério real com o serviço, imitando Jesus Cristo, que, rei do universo, se fez servo de todos, sobretudo dos pobres e dos que sofrem. (Compêndio do Catecismo ns.153.154.155)

O que significa a palavra Igreja?
Designa o povo que Deus convoca e reúne de todos os confins da terra, para constituir a assembleia daqueles que, pela fé e pelo Baptismo, se tornam filhos de Deus, membros de Cristo e templo do Espírito Santo.

(CIC - 751-752/777-804)

Qual a missão da Igreja?
A missão própria da Igreja, seguindo o exemplo de Cristo, é a missão de anunciar o Evangelho e levar aos homens a salvação. Recebe seu impulso da própria caridade divina.
Pelo anúncio da Palavra e pelos sacramentos, o homem é liberto antes de tudo do poder do pecado e do poder do Malígno que o oprime e é introduzido na comunhão com Deus.

Seguindo ao Seu Senhor que “veio ao mundo para salvar os pecadores” a Igreja deseja que todos os homens sejam salvos.
Nesta missão a Igreja ensina o caminho que o homem deve seguir neste mundo para entrar no Reino de Deus. (cf.Instrução da Congregação da Doutrina da Fé “LIbertatis conscientia" 22 de mar. 1986.)

E os que conhecem a Igreja e mesmo assim a negam, estão condenados?
Negar a Igreja é o mesmo que negar a Cristo, mesmo que se digam segui-lo de outras formas. Quem não crê que a Igreja é o Corpo de Cristo demonstra que em parte a sua fé em Cristo está fracassada ou diminuida.

Por que a Igreja é Una?

Em relação com a unicidade e universalidade da mediação salvífica de Jesus Cristo, deve-se crer firmemente como verdade de fé católica a unicidade da Igreja por Ele mesmo fundada. Como existe um só Cristo, também existe um só seu Corpo e uma só Esposa: ”uma só Igreja Católica e Apostólica”.
Os fiéis são obrigados a professar que existe uma continuidade histórica - radicada na sucessão apostólica – entre a Igreja fundada por Cristo e a Igreja Católica. A Igreja de Cristo, portanto, é uma única, que subsiste na Igreja Católica, cujo governo compete ao sucessor de Pedro e aos Bispos em comunhão com ele. (Declaração ”Dominus Iesus”- Sobre a unicidade e a universalidade salvífica de Jesus Cristo, Densinger n. 5088.)

Observemos esta unidade em suas três dimensões: unidade de credo, unidade de culto e unidade de autoridade.
“A unidade da Igreja peregrina é assegurada também por laços visíveis de comunhão:
- “a profissão duma só fé recebida dos Apóstolos;”
- “a celebração comum do culto divino, sobretudo dos sacramentos”;
- “a sucessão apostólica pelo sacramento da Ordem, mantendo a concórdia fraterna da família de Deus” (CIC n. 815).

A- Unidade de Credo:
As verdades em que cremos são as que foram dadas a conhecer pelo próprio Cristo; são verdades que procedem diretamente de Deus. Não há verdades mais “verdadeiras” que a mente humana possa conhecer e aceitar do que as reveladas por Deus. Deus é a verdade; sabe tudo e não pode errar; é infinitamente verdadeiro e não pode mentir. É mais fácil crer, por exemplo, que não existe sol em pleno dia do que pensar que Jesus tenha podido enganar-se ao dizer-nos que existem três Pessoas num só Deus

B-Unidade de Culto:
Temos um só altar, sobre o qual Jesus Cristo renova, todos os dias, o seu oferecimento na cruz. Só um católico pode dar a volta ao mundo sabendo que, aonde quer que vá – à África ou à Índia, à Alemanha ou à América do Sul -, se encontrará sempre em casa, do ponto de vista religioso. Em toda a parte, a mesma Missa; em toda a parte, os mesmos sete sacramentos.

C-Unidade de Autoridade:
Não estamos unidos entre nós apenas pelo que cremos e pelo que celebramos, mas também por estarmos sob a mesma autoridade. Jesus Cristo designou São Pedro como pastor supremo do seu rebanho, e tomou as medidas necessárias para que os sucessores do Apóstolo até o fim dos tempos fossem a cabeça da sua Igreja e quem guardasse as suas verdades. A lealdade ao bispo de Roma, a quem chamamos carinhosamente Santo Padre, será sempre o centro obrigatório da Igreja de Cristo: “Onde está Pedro, ali está a Igreja”.Uma fé, um culto, uma cabeça. Esta é a unidade pela qual Cristo orou, a unidade que estabeleceu como um dos sinais que identificariam perpetuamente a sua Igreja.( TRESE, Léo - A Fé Explicada)

 

Fonte: Apostolado Sociedade Católica - Faq´s

Comentários
Pesquisar
Somente usuários registrados podem escrever comentários!
Powered by !JoomlaComment 3.25

3.25 Copyright (C) 2007 Alain Georgette / Copyright (C) 2006 Frantisek Hliva. All rights reserved."

 
Principal
  • Home
  • Editorial
  • Contato
  • Arquivo
  • O Galileu
  • Pela WEB!!!
  • Santa Sé
  • Diocese de Guaxupé
  • CNBB

Sociedade Católica

Pro Catholica Societate



  • Esqueceu sua senha?
  • Esqueceu seu nome de usuário?
  • Registrar-se
Blogsfera Católica
Deus lo vult!
É razoável crer?
O Ultramontano
Ecclesia Una
Contra o Aborto
O possível e o extraordinário
Família de Nazaré

Copyright © 2009 ---.
All Rights Reserved.

Designed by JB Joomla Templates.